Foto: Matheus Bertelli: https://www.pexels.com/pt-br/foto/ceu-bandeira-faixa-sinalizar-12802301/
Em 1.830 chega ao fim a aparição Mariana, após uma série de aparições da Virgem Maria. A aparição mística daria origem à devoção da medalha milagrosa de Nossa Senhora das Graças.
Dia nacional de combate ao câncer. Dia do técnico em segurança do trabalho.
Em 27 de novembro, ocorreram eventos como a descoberta do estreito que liga os oceanos Atlântico e Pacífico por Fernão de Magalhães em 1520.
1807 — A família real portuguesa foge para o Brasil na sequência da invasão do país por tropas napoleônicas.
1907 – França: O aviador brasileiro Santos-Dumont estabelece o primeiro recorde de velocidade aérea: 220 metros em 21 segundos.
O clima político em Brasília, volto a se tensionar, após o governo ter se posicionado contra o projeto de contra o crime organizado, que foi aprovado por 310 a 110 votos. A tensão se agravou após a indicação de Jorge Messias, pelo Presidente Lula, ao Supremo Tribunal Federal. A indicação desagradou o presidente do Senado, David Columbre, que confirmou publicamente ter tomado conhecimento somente pela imprensa. A falta de aviso prévio gerou forte insatisfação ao comando do Senado, ampliando o desgaste entre o legislativo e o palácio do Planalto. Ontem Alcolumbre sinalizou desconforto. Faltou a evento juntamente com Hugo Mota presidente da câmara Federal. Pessoas próximas a Alcolumbre, disseram que não há clima para ato com o governo neste momento. De acordo com informações divulgadas, na imprensa nacional interlocutores próximos ao presidente do Senado, afirmam que ele teria manifestado reação ainda mais dura nos bastidores, classificando o episódio como um desconsideração do governo. Segundo esses relatos, Alcolumbre teria dite a aliados, que o planalto veria o que é não ter apoio do presidente do Senado como aliado. Frase atribuída a conversas privadas, após o anuncio da indicação de Messias ao Supremo. Apesar do clima de irritação, o presidente do Senado, declarou que seguirá o rito previsto na constituição, para análise do indicado. A menagem já foi encaminhada e a sabatina de Jorge Messias, será conduzida pela comissão de constituição e justiça, antes da votação em plenário. O episódio reforça o descontentamento entre governo e senado e indica que as próximas semanas sejam marcadas por intensa articulação política. Alcolumbre disse que fará tudo para que Messias seja reprovado.
A "reprovação de Messias ao STF" refere-se primariamente à resistência política que o atual Advogado-Geral da União, Jorge Messias, enfrenta no Senado Federal para ter sua indicação ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovada. A oposição, liderada por parlamentares como Rogério Marinho (PL-RN), já declarou que votará contra seu nome.
Jorge Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em novembro de 2025 para preencher a vaga decorrente da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso.
A rejeição de um nome indicado ao STF pelo Senado Federal é um evento raro na história republicana do Brasil, tendo ocorrido apenas cinco vezes em mais de 130 anos. A aprovação ou reprovação depende de maioria absoluta dos votos dos senadores após a sabatina. A reunião no planalto, que era para ser de festa em comemoração da aprovação da isenção do imposto de renda para quem ganha até 5 mil, ficou tensa com a ausência dos presidentes da câmara e do senado e por outro assunto abordado. O prejuízo nas estatais. Em oito meses de 2025, prejuízo de estatais supera recorde anual
Até agosto, déficit já é de R$ 8,3 bilhões; prejuízo e reestruturação dos Correios reacende debate sobre gestão das empresas públicas. O número é superior ao prejuízo registrado em qualquer ano da série histórica, divulgada pelo BC (Banco Central).
No ano passado, acompanharam os Correios e deram prejuízo às contas públicas grandes estatais como a Emgepron, de projetos navais; a Infraero, de obras e gestão em aeroportos; a DataPrev, de informações e tecnologia para previdência; entre outras.
Em 2022 no governo Bolsonaro o superávit era de 6.1 bilhões. Em 2025 prejuízo supera os 8 bilhões de reais.
As empresas estatais acumularam um déficit primário de R$ 18,5 bilhões desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo dados do BC (Banco Central)
As empresas estatais acumularam um déficit primário de R$ 18,5 bilhões desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo dados do BC (Banco Central) As empresas estatais acumularam um déficit primário de R$ 18,5 bilhões desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo dados do BC (Banco Central)
"O ambiente fiscal e político de 2025 é delicado. Com o país em pré-ano eleitoral, há uma tendência natural de postergação de ajustes e de resistência a medidas impopulares. Isso significa que o déficit pode se prolongar, especialmente se não houver um redesenho mais profundo da atuação dessas empresas", diz Deborah Toni, advogada especialista em direito público.