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Ferrovia do contestado

Ferrovia do contestado

Atualizado em 02/02/2026 às 11h58
Foto: Luis Quintero: https://www.pexels.com/pt-br/foto/brown-train-rails-2213140/

 Dia de Iemanjá, que, para os católicos, corresponde ao dia de Nossa Senhora dos Navegantes

A celebração é considerada uma das maiores manifestações religiosas e culturais da Bahia e reúne milhares de devotos e turistas. Em Porto Alegre ocorre hoje a festa de N.S. dos Navegantes. A primeira festa ocorreu em 1871, quando chegou à cidade a imagem de Nossa Senhora encomendada em Portugal. Contudo, em 1989 a procissão fluvial oficial foi descontinuada por determinação da Capitania dos Portos, em função de preocupações com a segurança, e se tornou terrestre. 

O projeto sobre a Ferrovia do Contestado foca no resgate histórico, cultural e no potencial de reativação turística/econômica da antiga estrada de ferro no Meio-Oeste catarinense, fundamental para o desenvolvimento da região no início do século XX e cenário da Guerra do Contestado (1912-1916). Iniciativas locais buscam valorizar o patrimônio, incluindo documentos e turismo. O projeto sobre a Ferrovia do Contestado foca no resgate histórico, cultural e no potencial de reativação turística/econômica da antiga estrada de ferro no Meio-Oeste catarinense, fundamental para o desenvolvimento da região no início do século XX e cenário da Guerra do Contestado (1912-1916). Iniciativas locais buscam valorizar o patrimônio, incluindo documentos e turismo. 

        Patrimônio: Locomotivas e estações de madeira (estilo da época) são preservadas em museus, como o Museu do Contestado em Caçador. 

O projeto não se trata de uma nova ferrovia de carga de grande porte, mas sim da valorização do traçado histórico, turismo ferroviário e preservação da memória local.

Em Fraiburgo eu conversei com o sr. Edson ziokowski  e ele é um dos líderes do movimento. Ele diz.

Esta ideia já foi apresentada para muitos prefeitos, deputados estaduais e federais, além do Jorginho Mello de quando era Senador. 

A ferrovia hoje é uma concessão da RUMO.

Já foram feitas muitas tentativas.

Atualmente o Secretário de Estado Beto Martins está tentando estadualizar este trecho, assim como reativar outros trechos abandonados no estado. 

Foi criado o ICARP, Instituto do Caminho Rio do Peixe, que agora tem um novo presidente, Sr 

Sady Zago, de Joaçaba.

O mesmo esteve em reunião com o Sr Alexandre Sampaio, diretor de turismo da CNC e presidente da FBHA, Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentaçao neste dia 30/01, para que nos ajude  a viabilizar burocraticamente e economicamente este projeto. 

Apesar de ser um ano politico, Sampaio se colocou a disposição para estudar com o ICARP a melhor forma de viabilizar o projeto apos o envio de documentação existente. 

 

Vamos acreditar que em breve este Caminho se torne realidade para que o meio oeste tenha uma excelente via de Cicloturismo e de Caminhadas.

Esta ideia ja foi apresentada para muitos prefeitos, deputados estaduais e federais, alem do Jorginho Mello de quando era Senador. 

A ferrovia hoje é uma concessão da RUMO.

Ja foram feitas muitas tentativas.

Atualmente o Secretário de Estado Beto Martins esta tentando estadualizar este trecho, assim como reativar outros trechos abandonados no estado. 

Foi criado o ICARP, Instituto do Caminho Rio do Peixe, que agora tem um novo presidente, Sr 

Sady Zago, de Joaçaba.

O mesmo esteve em reunião com o Sr Alexandre Sampaio, diretor de turismo da CNC e presidente da FBHA, neste dia 30/01, para que nos ajude  a viabilizar burocraticamente e economicamente este projeto. 

Apesar de ser um ano politico, Sampaio se colocou a disposição para estudar com o ICARP a melhor forma de viabilizar o projeto apos o envio de documentação existente. 

 

Vamos acreditar que em breve este Caminho se torne realidade para que o meio oeste tenha uma excelente via de Cicloturismo e de Caminhadas.

A FORMAÇÃO DAS CIDADES

HISTÓRIA

Cidades irmãs: Herval d'Oeste e Joaçaba

A ferrovia colocou o Meio-Oeste no

mapa do Brasil. Dos caboclos nativos

aos imigrantes europeus, uma região

desenvolvida pelo trabalho árduo de

uma gente aguerrida

A partir da implantação da ferrovia, o Vale do Rio do

Peixe viu nascer diversas cidades. Foram os trilhos

que fizeram chegar até aqui milhares de imigrantes

europeus vindos, principalmente do Rio Grande do

Sul, atraídos pela propaganda de terras férteis. Com

a ferrovia em pleno funcionamento, a região assistiu

à chegada de novos tempos. Pela estrada de ferro, o

Meio-Oeste começou a escoar não apenas o vinho,

cuja técnica de produção compunha a mala dos

colonizadores, mas também produtos da indústria

madeireira, e milhares de toneladas de alimentos

produzidos pelas agroindústrias de processamento

de aves e suínos.

É neste clima nostálgico, mas repleto do frescor do empreendedorismo

que os visitantes vão se deliciar. Aqui vão

encontrar cidades contemporâneas onde nasceu e funciona

a Empresa BRF, considerada um dos maiores complexos

agroindustriais na produção de alimentos do mundo. Somos

destaque nacional e internacional na indústria madeireira

e abrigamos grande parte das vinícolas do Estado, que

produzem rótulos de vinhos finos premiados no mundo.

Abrigamos ainda uma das estações hidrominerais mais procuradas

do Sul do País e temos também enoturismo, turismo

de aventura, voo livre e gastronomia. Somos uma região buscando

ressignificar nossa história, com respeito ao passado,

mas de olho no futuro.

Fonte: Nereo Lopes de Lima

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