Foto: KATRIN BOLOVTSOVA: https://www.pexels.com/pt-br/foto/de-madeira-tribunal-corte-de-justica-quadra-6077422/
Dia de São Vicente. foi um mártir que viveu entre o século III e o século IV, e que se negou a adorar os deuses pagãos. Por essa recusa, Vicente foi brutalmente martirizado até morrer, possivelmente a 22 de janeiro de 304. O seu corpo foi atirado aos animais, mas terá sido protegido por um corvo de ser devorado, o que levou o povo a considerar Vicente um santo.
O dia 22 de janeiro na história é marcado por eventos significativos, como a chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil em 1808, transformando Salvador na primeira capital do império fora da Europa, e a fundação da primeira vila do Brasil, São Vicente, em 1532;
• 1984: Apresentação do computador Apple Macintosh, que popularizou o mouse e a interface gráfica.
• Dia da vila brasileira.
A casa está caindo. Sabe aquele ditado que o crime não compensa? O mercado financeiro brasileiro dava sinais que compensava e muito. Mas a blindagem do Banco Master e do setor financeiro, começou finalmente a virar fumaça. Um terremoto começou. O Banco Central decretou liquidação da REAG, suspeita de fraude envolvendo o Banco Master. A REAG, era uma das maiores gestoras do país, que cuidava de 100 bilhões de reais, dinheiro suficiente para construir cidades inteiras e estafa no topo da Faria Lima, em SP, o centro financeiro do país. Até ontem eram tratados como gênios das finanças. Hoje a investigação aponta que eles representavam a maior lavanderia de dinheiro do crime organizado, já visto no país. Eles usavam dinheiro do sistema bancário, e do futebol para esconder fortunas do PCC e mais, foi descoberto que existem gente poderosa no Brasil tentando esconder as provas. Uma gestora de investimentos, pega dinheiro de investidores e os aplica no setor financeiro. A REAG nasceu em 2012. Começou pequena numa sala comum. De forma inesperada deu um salto que desafia as leis da física. Em apenas 5 anos multiplicou seu patrimônio em 14 vezes. O fundador João Carlos Mansur, teve um crescimento de sua renda em 700% em 3 anos. No mercado financeiro, ninguém opera sem correr riscos altíssimos ou sem ter segredo. Segundo a PF, o segredo da REAG, era não ser apenas uma empresa de investimentos, se tornou operadora com a máfia do futebol e com o PCC, e passou a movimentar quantias exorbitantes de dinheiro sem levantar suspeitas. Mas enquanto eles brindavam nos camarotes, a PF, estava acompanhando os passos da quadrilha. Muita gente pergunta. Como o crime organizado coloca dinheiro no bando sem ser pego? A resposta é o que chamamos de camadas. Imagine que você tem um balde de água suja, dinheiro do tráfego de drogas, onde fraudes são cometidas. Se você colocar isso direto no banco o sistema trava. 1ª camada, o dinheiro era colocado em empresas de fachadas, como postos de gasolina, ou transportadoras. Essas empresas compravam cotas de fundos de investimentos, administrados pela REAG, que misturava esse dinheiro com investidores anônimos. Quando o dinheiro saia do fundo, vinha com um carimbo oficial. Rendimento de investimento. É a chamada lavagem de dinheiro. Tinha CPJ, tinha auditoria e aparência de legalidade. A PF descobriu que o PCC, usava esse caminho para profissionalizar, o crime. Eles não guardam mais dinheiro em pilhas de notas no colchão. Tem assessorias de investimentos, no cento financeiro do pais em SP. Agora, onde entra o banco Master nessa história?
Eram parceiros do crime. A investigação descobriu uma fraude bilionária. O banco Master fabricava o que se chama de carteira de crédito falso. É como se o banco dissesse, eu tenho um bilhão, para receber de empréstimos, mas esses empréstimos não existiam, ou eram de empresas que já tinham falido. O banco registrava esses papéis como se fossem ouro puro .O banco parecia ser muito mais rico e sólido do que realmente era. Vendiam esses títulos podres, para ouras instituições. Era uma pirâmide financeira com poupa de banco comercial. Em novembro de 2025 o castelo começou a balançar. O presidente e principal executivo do Master foi preso antes de fugir do Brasil em um jato particular. Quem não deve não foge de jatinho. Aquele foi o sinal claro de que o esquema tinha sido descoberto. O caso ficou assustando, quando em janeiro de 2026, a PF, que deflagrou a 2ª fase da operação, com a apreensão de dezenas de celulares, computadores e HD. Esses aparelhos são a faixa preta crime. Registram as conversas, as transferências, e os nomes de quem recebia propina. A lógica da operação. A PF faz a perícia, estrai os dados e manda para a justiça. O que aconteceu. As provas foram retiradas da PF e mandadas para o STF. Houve uma ordem inicial para os aparelhos ficassem lacrados e sem perícia. Imagine o choque dos investigadores. Você prende o criminoso, aprende celulares como provas, e uma autoridade diz, não pode abrir. Depois de muita pressão decidiram que os celulares, poderiam ser abertos mas não pela PF. A perícia foi transferida para a Procuradoria Geral da União. Porque isso é grave? Porque a PF tem os melhores técnicos, e laboratórios do país para isso. Retirar as provas das mãos da polícia, elevar para um órgão político é o mesmo que tentar controlar o que vai ser descoberto. A pergunta é quem são as pessoas cujos nomes aparecem nas mensagens e precisam ser protegidas a qualquer custo. Quando o Banco Central liquida uma gestora de 100 bilhões de reais, o sistema inteiro treme. O Master, vendeu títulos falsos para fundos de pensão para outros bandos e para investidores comuns. Se esse buraco não for fechado, o prejuízo respinga em todo mundo. Se o crime organizado consegue lavar tanto dinheiro dentro da Faria Lima, ele se torna mais poderoso que o próprio estado. Compra armas, compram influência, e como estamos vendo, tentam comprar, até o silêncio das investigações. O Banco Master, sem poder comprovar a origem das movimentações financeira. Por isso o Banco Central cortou a cabeça, antes que o estrago seja maior.
O que estamos vento é uma queda de braço épica. De um lado investigadores da PF e técnicos do Banco Central que querem limpar o sistema. Do outro uma elite financeira e política, que quer manter o esquema funcionando. Essa liquidação é apenas a ponta do iceberg. Por isso muita gente poderosa está perdendo o sono. É um caso para se descobri quem manda no Brasil, a lei ou crime organizado.
O congresso Nacional planeja CPI e pressão sobre o ministro Dias T[ofoli.
A atuação do ministro Dias Toffoli serviria de ponto de largada. Ele lidera as críticas de deputados e senadores por causa de decisões destoantes da liturgia jurídica e por familiares terem feito negócios com parentes do dono do Master…
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou o sigilo de decisão do dia 6 de janeiro, em que autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal de 101 pessoas e entidades investigadas por supostas fraudes no Banco Master.