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Treze Tílias Nereo Lopes de LIma: Crise alimentar em Cuba

Nereo Lopes de LIma: Crise alimentar em Cuba

Antes da reforma do calendário, ordenada por Júlio Cesar no ano 708 da Fundação de Roma (45 a.C.), o ano começava em 1º de março, data que coincidia com o equinócio da primavera no hemisfério norte
Com a reforma juliana, o início do ano passou para 1º de janeiro,
1493 — Caravela La Pinta atraca no porto de Bayona, Espanha, de regresso da América. Foi o primeiro sucesso da expedição de Cristóvão Colombo. 1498 — Navegador e explorador português Vasco da Gama chega ao atual Moçambique. 1553 — Duarte da Costa é nomeado governador-geral do Brasil em substituição a Tomé de Sousa.
No dia 1º de março, se comemora o Aniversário do Rio de Janeiro. A data é uma homenagem ao dia em que Estácio de Sá fundou oficialmente a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 1565. Em 1763, a cidade se tornou capital do país e foi até 1960, quando a capital foi transferida para Brasília.
1845 — No Rio Grande do Sul, após dez anos é encerrada a Revolução Farroupilha, com David Canabarro assinando com Duque de Caxias o Tratado de Poncho Verde).
1894 — Realização das primeiras eleições diretas para presidente da República do Brasil.
2006 — Papa Bento 16 renuncia ao título de papa, tornando-se pontífice emérito.

Menos eletricidade, menos leite e menos carne: crise energética e de alimentos piora em Cuba
Ilha sofrerá novos apagões e enfrentará colapso no transporte por falta de combustível; governo reconhece a gravidade da situação, mas atribui problemas ao bloqueio econômico
A crise que os cubanos sofrem há anos enfrenta uma nova reviravolta, e as próprias autoridades cubanas admitiram a gravidade da situação. Os ministros da Economia e de Minas e Energia anunciaram na TV estatal, durante o programa Mesa Redonda, que o governo não tem dinheiro suficiente para comprar alimentos fora do país e que o cenário, incluindo o abastecimento energético, poderá se agravar nas próximas semanas. Em tom grave, confirmaram, basicamente, que tudo o que os habitantes da ilha já tinham em pequenas quantidades ficará ainda mais escasso: menos leite, menos café, menos carne de porco, menos transportes públicos e menos horas de eletricidade.
Nos últimos dois anos de crise, mais de 300 mil cubanos deixaram o país, o maior êxodo da história do castrismo.
A situação de escassez em que o país já estava imerso agravou-se com a crise sanitária devido à covid-19 e a queda drástica do setor mais importante da economia: o turismo.
O cenário de crise que nos últimos anos se traduziu num crescente descontentamento social. Alimentos que antes eram comuns na mesa, como a carne de porco, hoje são escassos. Chovem reclamações sobre a falta de combustível, até mesmo para carros funerários. Os altos preços dos produtos são incompatíveis com os baixos salários.
O Observatório Cubano dos Direitos Humanos (OACDH) mostrou, em setembro do ano passado, que a pobreza extrema no país aumentou drasticamente em um ano. Segundo ele, 88% dos cubanos vivem com
o problema fundamental é que o governo não quer abandonar o modelo em que é ele cuida de toda a economia, que autoriza, que permite, que toma decisões. Isso é um absurdo, e está provado que um modelo centralizado desta forma falha menos de US$ 1,9 dólar por dia e 48% deixaram de comer por falta de dinheiro para comprar alimentos
Cada cubano recebe 1.528 pesos cubanos ou 13,80 dólares, o equivalente a uma caixa de 30 ovos mensais. Esse valor faz parte do caderno de abastecimento criado ainda por Fidel Castro em 1.963 para combater a escassez de alimentos e cada vez mais há menos produtos na lista. 7 quilos de arroz, meio litros de óleo, e 7 ovos.
O economista cubano Omar Everleny Pérez afirma que um casal precisa de cerca de US$ 113 por mês para comprar comida. Além disso, esse mesmo casal precisa de US$ 233 para cobrir os gastos com transporte, roupas, recreação, serviços públicos e internet.
Na ilha, com 11,1 milhões de habitantes e onde o salário médio é de US$ 33, uma parte da população recebe remessas e outra, grupo menor, bônus ou outros lucros em empresas estatais.
A inflação real ultrapassou os 200% em 2022.
Pela 1ª vez Cuba pede à ONU, o envio urgente de alimentos.
Ilha socialista pediu ajuda ao Programa Mundial de Alimentos por "dificuldades para distribuir leite subvencionado" a crianças. Faltam alimentos no país, e preços na rede privada são inacessíveis. O governo de Cuba pediu pela primeira vez ajuda ao Programa Mundial de Alimentos (PMA), devido às dificuldades que enfrenta para distribuir leite a crianças menores de sete anos,

Segundo o órgão especializado em "emergências" alimentares, a "profunda crise econômica que Cuba enfrenta" está comprometendo "significativamente a segurança alimentar e nutricional da população".

Recentemente, o governo reconheceu que não podia assegurar o fornecimento de pão - alimento básico da dieta cubana - através do cartão de racionamento em fevereiro e março, devido a problemas de abastecimento de farinha.

Uma pesquisa do Observatório Cubano de Direitos Humanos (OCDH) publicada em setembro de 2023 apontava que 88% dos cubanos viviam em extrema pobreza, destacando a crise de alimentos e a inflação como os problemas que mais impactaram as famílias.
O Food Monitor Program, um observatório que monitora a segurança alimentar em Cuba, afirma que parte dos cubanos está desnutrida. E que muitas escolas não oferecem mais café da manhã aos alunos, e um almoço insuficiente.

Tudo isso é o resultado de uma ditadura, quando toda a população trabalha para o governo e recebe em troca 13 dólares por mês. A causa, segundo especialistas, é o comunismo, e não o embargo americano.

Foto de Yuting Gao: https://www.pexels.com/pt-br/foto/edificio-de-concreto-branco-sob-o-ceu-azul-1637122/

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