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Treze Tílias Nereo Lopes de Lima: Fenômenos climáticos

Nereo Lopes de Lima: Fenômenos climáticos

Em 1.676 o astrônomo dinamarquês Ole Romer, apresentou as primeiras medias quantitativas para a velocidade da luz, determinada mais tarde em 300 mil km por segundo. Nessa velocidade que viagem áudio e imagem das comunicações.

Em 1.877 o inventor brasileiro Thomas Edson anuncia sua invenção do fonógrafo, aparelho para gravar e reproduzir sons.

1986 – O presidente José Sarney decreta o Plano Cruzado II.

O sul do país continua fortemente sob efeitos dos fenômenos climáticos. Muitos recursos e quase toda a energia das defesas civis do governo federal, estaduais e dos municípios, são empregados no socorro às vítimas, do RS, PR e SC. Aqui no estado 70 municípios estão em estado de emergência e 20 mil pessoas continuam desabrigadas, muitas em abrigos improvisados. Há também um extensa rede de solidariedade, em socorro às vítimas. Várias famílias perderam entes queridos. Muitas famílias perderam casas, móveis, utensílios e estruturas comerciais. Quedas de barreiras, estradas danificadas, pontes destruídas e muitos estragos e prejuízos causados pelas enchentes.

Nesses momentos os governos tiram das gavetas, projetos de contenção de cheias e formas preventivas, para amenizar os efeitos dos fenômenos climáticos.

Passada a comoção, os projetos são engavetados novamente  pouca coisa concreta acontece.

 

Uma reunião realizada nesta segunda-feira (20), entre os governos de Santa Catarina e Paraná traçou possíveis soluções para as cheias no Planalto Norte. A principal preocupação é com o Rio Iguaçu que corta os dois estados, que sofrem com a enchente há mais de um mês.

Os governadores do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e de Santa Catarina, Jorginho Melo, estabeleceram nesta segunda-feira (20), em reunião no Palácio Iguaçu, um grupo de trabalho para estudar as melhores formas de minimizar os efeitos das cheias do Rio Iguaçu, que afetam os dois estados. O grupo vai envolver os técnicos do Instituto Água e Terra (IAT) do Paraná e do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA).

“Este grupo de trabalho vai reunir os técnicos ambientais para estudar todas as áreas do curso do Rio Iguaçu e verificar quais seriam as melhores alternativas para minimizar os impactos das cheias”

O diretor-presidente do Instituto Água e Terra, Everton Souza, disse que a parceria estabelecida com Santa Catarina dará mais celeridade nos processos de licenciamento e saneamento ambiental necessários para a execução das obras futuras.

Um levantamento feito pela Defesa Civil mostra que, de 1º de outubro a 1º de novembro, 157 municípios foram atingidos pelas chuvas em todo o Estado, sendo que 96 estão em situação de emergência e 16 em situação de calamidade pública. Até 1º de novembro, o prejuízo total estimado, incluindo perdas no setor público e privado, foi de R$ 829,6 milhões, no Paraná. Em SC os prejuízos são muito maiores e ainda não estão totalmente contabilizados. Estima-se que os prejuízos no setor público e privado ultrapasse um bilhão e 200 milhões.

Participaram da reunião chefe da Casa Civil do Paraná, João Carlos Ortega; o secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Santin Roveda; o líder do Governo do Paraná na Assembleia Legislativa, Hussein Bakri; o deputado estadual Alexandre Curi; o deputado estadual de Santa Catarina, Vicente Caropreso; a presidente do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), Sheila Meirelles; o diretor de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do IAT, José Luiz Scroccaro; o engenheiro da Prefeitura de Porto União, Mauro Novacki; e os empresários Luis Antonio Hobi e Lenoir Geremia.

Governador Jorginho Mello adiantou que o Programa Recupera Santa Catarina deve investir R$ 650 milhões no Estado; recursos serão destinados para ações nas cidades prejudicadas pelas chuvas

As ações do Programa Recupera Santa Catarina iniciam imediatamente ou no curto prazo e estão divididas em dois pilares: um pacote com 10 iniciativas de caráter social e outro com 8 medidas na área econômica.

O Japão possui o maior sistema de prevenção de enchentes do planeta e evita 90% dos efeitos de enchentes. Tem o maior sistema de prevenção do mundo. O Japão construiu uma mega galeria subterrânea, a dezenas de metros da superfície para proteger o que esta na superfície. Num dos países mais vulneráveis a fenômenos naturais, prevenir é excencial. São mais de 6 quilômetros ligados a silos e reservatórios. Turbinas potentes ajudam a drenar a água. Tudo está conectado a um reservatório, uma espécie de galeria, com18 metros de altura e 78 de altura. A construção durou 14 anos, ao custo de mais de 7 bilhões de reais, um investimento que está valendo a pena. O sistema que começou a funcionar em 2006 e ajudou reduzir em mais de 90% as inundações na região. Nas últimas décadas, a capital japonesa aperfeiçoou a arte de lidar com tempestades, tufões e enchentes em rios de águas turbulentas, o que fez com que seu intrincado sistema de defesa contra inundações se Nas últimas décadas, a capital japonesa aperfeiçoou a arte de lidar com tempestades, tufões e enchentes em rios de águas turbulentas, o que fez com que seu intrincado sistema de defesa contra inundações se transformasse numa maravilha global.1)

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